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Formação continuada contribui com avanço da Bahia no IDEB
Márcio Vila Flor, que atua desde o ano passado como formador junto às duplas gestoras (diretores escolares e coordenadores pedagógicos) conta que o grande foco na formação do ano passado foi discutir a gestão das aprendizagens das crianças, adolescentes e jovens e o lugar da avaliação.
"Nós refletimos sobre as expectativas de aprendizagens dos estudantes, os descritores de aprendizagem, as matrizes curriculares de língua portuguesa e matemática. Tudo isso, sem sombra de dúvidas, apesar do pouco tempo, impactou positivamente nos resultados do IDEB que nós tivemos na Bahia. Em algumas escolas, nós alcançamos a meta e em outras, apesar de não termos alcançado a meta prevista, nós tivemos crescimento".
O educador contou que o trabalho feito com as duplas gestoras se desdobrou em planos de ação, acompanhamento mais qualificado dos professores e em decisões curriculares ancoradas nas matrizes de referência. Ele também lembrou que o espaço da formação não tinha como objetivo alcançar as metas estabelecidas para as escolas, mas sim qualificar a aprendizagem dos estudantes. "Nós olhamos para os dados de aprovação, reprovação e abandono escolar como consequência da não aprendizagem, como uma escola que poderia estar distraída a esses aspectos que são tão caros para a manutenção dos estudantes e para o seu crescimento pessoal e profissional. Não podemos ter uma escola por onde os meninos passam e não logram sucesso na vida, no exercício da sua cidadania, nas relações sociais que estabelecem".
“A formação mexeu muito na ideia de planejar como fazer os estudantes participarem. Nos encontros formativos, percebi a importância de conversar com os alunos antes da prova.” Conseguiram 92% de participação e a nota de 3,3, próxima à média da Bahia, de 3,5.
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